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Amor Secreto

Inês de Castro e D.Pedro I

sobre mim:
Somos três alunos da Escola secundária c/ 3º ciclo do entroncamento.

Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho

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  Livros a Ler!

Soneto de D. Inês
A Prometida Vingança

No Jardim

Nada para o Amor
Capa do Filme de D. Inês
Grandiosos Túmulos


 
Livros a Ler!
 

         

Título:Inês de Castro A Estalagem dos Assombros  

Autor:Seomara da Veiga Ferreira                               

                                       

Título: Inês de Castro                     Título:Inês de Castro

Autora:María Pilar del hierro          Autor: Francisco Cândido

                              

Título:Inês de Castro                     Título:Inês de Castro

Autor(a): ?                                    Autor:Gondin da Fonseca 

                

Título: O amor pode vencer a morte...Inês de Castro

Autor:Faustino da Fonseca

   

                                        

Título:O amor de Pedro e Inês         Título: Inês de Castro

Autor(a): ?                                       Autor: Victor Hugo          

                          

Título: O julgamento da Inês de Castro

Autor:Artur Pedro Gil

                

Título: Uma aventura na Quinta das Lágrimas

Autoras:Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 17-03-2009 22:01
1 comentários

 
 

morte de Inês de castro

Morte de D. Inês de Castro


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 17-03-2009 21:59
0 comentários

 
Soneto de D. Inês
 

Dos olhos corre a água do Mondego
os cabelos parecem os choupais
Inês! Inês! Rainha sem sossego
dum rei que por amor não pode mais.
 

Amor imenso que também é cego
amor que torna os homens imortais.
Inês! Inês! Distância a que não chego
morta tão cedo  por viver demais.
  

Os teus gestos são verdes  os teus braços
são gaivotas poisadas no regaço
dum mar azul turquesa  intemporal.
  

As andorinhas seguem os teus passos
e tu morrendo com os olhos baços
Inês! Inês! Inês de Portugal.

              José Carlos Ary dos Santos


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 17-03-2009 21:57
0 comentários

 
A Prometida Vingança
 

Andar pelas ruas
Até de madrugada
Aqui e ali
A dar traulitada
Ladrões, assassinos
Vai tudo p’ra prisão
-toca os sinos…
-encerra o portão. 

Às vezes parece
que nada resulta
Queres esquecer
De quem é a culpa
-põe fogo!...
-bota tudo a arder.
Pois é neste inferno
Que tenho de viver.

                      A. Santos


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 17-03-2009 21:56
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Foi um sonho lindo 

Aquele que eu tive.

Nascia o sol

Pespontava o dia

Cantavam os pássaros

Doce melodia.

 

 

De repente surgiu

 A mais linda dama

Parecia uma estrela

Envolta em azul

Que doce ilusão!

Que coisa tão bela!

 

 

Para mim sorriu

 Ao ver-me por fim…

Mas tão alto subiu

 Minha estrela-d’alva

E num raio de luz Se desfez enfim.

 

 

 Ai triste de mim!

 Que amor tão triste!

Minha bela dama

Meu coração levou

 Nada me deixou

Só tristeza sem fim!

 

 

 

A. Santos

Este era o grande sonho de D. Pedro I


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 17-03-2009 21:54
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No Jardim
 

D.Pedro/D.Ines

Esta imagem representa D. Inês e D. Pedro I num jardim.


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 17-03-2009 21:49
0 comentários

 
 

Os primeiros tempos do ano de 1355 iam testemunhar uma tragédia de sangue

.  .  .


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 22-01-2009 18:07
1 comentários

 
Nada para o Amor
 

Por altura da morte de Dona Constança, andava o rei Afonso IV em grande questão com o bispo do Porto.

Na verdade, o monarca submetera a cidade à sua jurisdição e o bispo lançou o interdito sobre a diocese. Este era um problema entre outros a resolver. Habitualmente, com a sua comitiva de nobres, percorria o Reino, para ver como corria a administração, para aplicar justiça e para consumir alimentos de seus palheiros.

A questão dos amores entre D. Pedro e Dona Inês preocupava o velho soberano, mais que tudo. Resolveu encontrar uma solução para o caso e obrigou a amante do filho a exilar-se para a terra de Albuquerque, na região da raia entre Castela e Portugal.

Frustaram-se, no entanto, as intenções do rei. De facto, não separou os apaixonados que comunicavam entre si por cartas levadas e trazidas secretamente. Quem fazia o serviço de correio, para iludir melhor a vigilância dos ricos-homens, eram os almocreves que transportavam mercadorias de cidade para cidade, atravessando coutos e concelhos, segundo ordem dos burgueses seus patrões. Os almocreves levavam consigo as cartas de D. Pedro para Inês.

Foi assim que o amor de Pedro e Inês, longe de perturbar-se ou amortecer, se tornou mais sólido e capaz de superar quaisquer obstáculos e adversidades.


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 22-01-2009 18:05
0 comentários

 
Capa do Filme de D. Inês
 

Esta é a capa do Filme de D. Inês de Castro


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 22-01-2009 17:18
0 comentários

 
Grandiosos Túmulos
 

 

 Túmulo de D. InêsTúmulo de D. Pedro I

Estes são os túmulos de D. Inês de Castro e de D. Pedro I, respectivamente.

Encontram-se situados no Mosteiro de Alcobaça.


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 21-10-2008 20:38
2 comentários

 
Imagem D. Inês de Castro
 

D. Ines

D. Inês de Castro: "... aquela que depois de Morta foi Rainha"


escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 21-10-2008 19:31
0 comentários

 
O Vedadeiro Amor
 

"O verdadeiro amor é exigente, implacável, e, ao mesmo tempo, infinitamente delicado."

escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 21-10-2008 19:22
0 comentários

 
Imagem de D. Pedro I
 

D. Pedro I. O Cruel ou Vingativo

escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 21-10-2008 19:21
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Excerto do episódio de Inês de Castro de "Os Lusíadas".
 

Excerto do episódio de Inês de Castro de "Os Lusíadas".


"(...)

Estavas, linda Inês, posta em sossego,

De teus anos colhendo doce fruto,

Naquele engano da alma, ledo e cego,

Que a fortuna não deixa durar muito,

Nos saudosos campos do Mondego,

De teus fermosos olhos nunca enxuto,

Aos montes ensinando e às ervinhas

O nome que no peito escrito tinhas.


Do teu Príncipe ali te respondiam

As lembranças que na alma lhe moravam,

Que sempre ante seus olhos te traziam,

Quando dos teus fermosos se apartavam:

De noite em doces sonhos, que mentiam,

De dia em pensamentos, que voavam.

E quanto enfim cuidava, e quanto via,

Eram tudo memórias de alegria.


De outras belas senhoras e Princesas

Os desejados tálamos enjeita,

Que tudo enfim, tu, puro amor, despreza,

Quando um gesto suave te sujeita.

Vendo estas namoradas estranhezas

O velho pai sesudo, que respeita

O murmurar do povo, e a fantasia

Do filho, que casar-se não queria.

(...)"

escrito por Francisco Monteiro, Fábio Sousa e Henrique Carvalho 17-10-2008 10:41
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