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O Romance de D. Pedro e D. Inês de Castro Blog criado no âmbito do Concurso Inês de Castro  
 
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Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz

Estudantes de 7º ano


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Árvore Genealógica de D.Pedro I
Romance de Pedro e Inês
Filmagem de uma pequena dramatização
A nossa curta-metragem
Quinta das Lágrimas
Mosteiro de Alcobaça

 
Sobre as autoras
 

Somos um grupo de alunas de 7º ano, da Escola EB23 de Rio Tinto,nº2. Criámos este blog no âmbito do Concurso Inês de Castro e a pensar em si, caro leitor. Esperemos que goste das  informações que começaremos a disponibilizar e que tenha à sua disposição toda a informação que necessita. (Este blog tem duas páginas)
orkut e hi5, Corações, mãos, formas de corações, imagens, scraps de coração para orkut

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz28-03-2009 19:07
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Inês de Castro
 

Inecastro.jpg image by LuisaMiao

Inês de Castro nasceu na Galiza no ano de 1320/1325. Era filha ilegítima de Pedro Fernandes de Castro, mordomo-mor do Rei Afonso XI de Castela e de uma dama portuguesa, Aldonça Suárez de Valadares. D.Fernando e D. Álvaro de Castro eram seus irmãos.

Durante a sua infância viveu no Castelo de Albuquerque, sendo criada pela dona da propriedade até se tornar aia de D. Constança Manuel.Em 1340, Inês de Castro chega a Portugal, acompanhando Constança que havia vindo para se casar com D. Pedro. Inês apaixonou-se pelo príncipe, mas D. Afonso IV, temendo a relação exilou-a na fronteira espanhola.

Depois da morte de D. Constança, esta regressou a Portugal e passou a viver com D. Pedro, de quem teve quatro filhos. A 7 de Janeiro de 1355, Inês foi assassinada por Pêro, Diogo e Álvaro, por ordem de D. Afonso IV. Apesar de já se encontrar morta, esta foi coroada Rainha de Portugal e mais tarde, sepultada no Mosteiro de Alcobaça.

Pouco se sabe acerca da vida de D. Inês de Castro, mas a sua trágica morte e o eterno amor por D.Pedro, alimenta desde cedo a poesia e a narrativa histórica.

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz28-03-2009 12:21
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Árvore genealógica de Inês de Castro
 

                   

  Pedro Fernandes de Castro                    Aldonça Suaréz de

                                                                       Valadares     

                

                                                              

 

             

   Inês de Castro              D. Fernando             D. Álvaro

                 

Ficheiro:PeterIofPortugal.jpg
      D. Pedro I                                                             

    

Ver imagem em tamanho realAfonso de Portugal                Ver imagem em tamanho realBeatriz

 


Ver imagem em tamanho realJoão                                    Ver imagem em tamanho realDinis

       

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz27-03-2009 18:47
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D.Pedro I
 

 

D. Pedro nasceu a 8 de Abril de 1320, em Coimbra, filho legítimo do Rei D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela.

Foi coroado Rei de Portugal em 1357, após a morte de seu pai e recebeu os cognomes de O Justiceiro; O Cruel; O Cru; O Vingativo, devido à forma como castigou os assassinos de Inês. Este mandou persegui-los e executá-los. Mais tarde, corou a sua amada Rainha de Portugal e mandou construir um túmulo para ela e um para ele.

Como Rei revelou-se corajoso, bom administrador e justo na defesa das classes mais desavorecidas da população. Durante o seu reinado evitou guerras, cunhou ouro e prata, foi generoso, popular e amado pelo povo.

Morreu a 8 de Janeiro de 1367, em Estremoz, juntando-se a Inês no Mosteiro de Alcobaça.

                                              

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz27-03-2009 18:37
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Árvore Genealógica de D.Pedro I
 

             A segunda Beatriz de Castela, rainha de Portugal. 

          D. Afonso IV                                   D. Beatriz de Castela

D. Pedro I Ficheiro:PeterIofPortugal.jpg   
                                                                   D. Constança Manuel
                 
                                                                     Ficheiro:Fernando-P.jpg     D.Luis                          Maria                       D. Fernando

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz27-03-2009 18:06
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Romance de Pedro e Inês
 

Uma das mais belas histórias de amor de sempre foi a trágica paixão entre D. Pedro I e Inês de Castro, que nos continua a comover pela sua força, intemporalidade e por todos os sentimentos envolvidos: intriga, ódio, inveja, conflito de interesses, amor. Dois corações que descansam lado a lado, viveram em plena luta pelo seu amor e agora descansam em paz, pois a paixão pode vencer a morte.

D. Pedro nasceu a 8 de Abril de 1320 e, desde muito cedo os seus pais, El Rei D. Afonso IV e D. Beatriz, tentaram arranjar-lhe esposa. Uma das suas primeiras tentativas foi D. Branca de Castela que, com 14 anos se revelou muito doente e por isso, D. Pedro  não quis casar-se com ela.

Mais tarde, quando o príncipe tinha entre os dezanove e os vinte anos, o seu pai enviou mensageiros ao reino vizinho de Castela, pedindo a mão de Constança Manuel. O pedido foi aceite e, em 1340, organizaram-se grandes cortejos para a sua chegada a cavalo, rodeada de pagens, aias, parentes e criados.

 

Nessa comitiva de boas-vindas, D. Pedro viu pela primeira vez D. Inês de Castro, uma das aias de Constança, por quem se apaixonou loucamente. Apesar disso, D.Pedro casou-se em Agosto, na Sé de Lisboa, com Constança Manuel, de quem teve mais tarde três filhos:

Ver imagem em tamanho grandeLuís de Portugal (1340);  Maria, princesa de Portugal   (1342-1367) e Fernando, Rei de Portugal (1345-1383)

 Corações: 7

Mesmo assim, D. Pedro continuava a encontrar-se com Inês de Castro, iniciando-se um grande romance, tema de conversa dos membros da corte e do povo. Estas coscuvelhices chegaram aos ouvidos do rei e da rainha que, furiosos, fecharam Inês no Convento de Santa Clara, em Coimbra. D. Pedro não a podia visitar, mas continuava a contactar a sua amada rondando os muros do Convento e enviando cartas. Estas eram levadas e trazidas secretamente em barquinhos de madeira através de um riacho. 

Corações: 2

Depois de sair do exílio, Inês foi circulando de castelo em castelo e mais tarde instalou-se definitivamente num pavilhão de caça, na actual Quinta das Lágrimas, mandado construir pela avó de D. Pedro, a Rainha Santa Isabel. Lá tiveram quatro filhos:

Ver imagem em tamanho grandeAfonso de Portugal (assassinado em criança): Beatriz, princesa de Portugal (1347-1381); João, príncipe de Portugal (1349-1387); Dinis, Infante de Portugal (1354-1397)

Entretanto,em 1345, D. Constança Manuel morreu ao dar à luz o 3º filho, Fernando. Deixou, assim, D. Pedro viúvo e livre para Inês. Este passou a visitar e a conviver mais com a sua amada.Esta situação não agradou nada ao rei, pois os membros da corte inventavam calúnias, mentiras e acusações a respeito de Inês e da sua família. D. Afonso IV via-se no meio de dois problemas:

 D. Pedro tinha um herdeiro ao trono, D. Fernando, filho de Constança e três filhos bastardos de Inês. Isto fazia o rei pensar que os filhos bastardos quisessem subir ao trono e que para isso assassinariam Fernando.

Os irmão Castro, pressionavam D. Pedro a tomar o trono de Castela, o que poderia levar Portugal a entrar nas lutas dinásticas de Castela.

O rei decidiu, então, reunir-se com os nobres senhores Diogo Lopes Pacheco, Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves, no Castelo Montemor-o-Velho. Resolveram que a única solução para a cabar com o Romance de D. Pedro e D. Inês de Castro, era matar a nobre galega.

Em Janeiro de 1355, D. Afonso IV e os três fidalgos, aproveitaram a ausência de D. Pedro, que havia partido para uma caçada e  foram até ao pavilhão de caça, onde encontraram Inês sozinha junto a uma fonte. Esta ao perceber o que sucedia, implorou para que não a matassem, que se lembrassem dos seus filhos, da tristeza de D. Pedro, chorou... As suas lágrimas e súplicas, apenas comoveram o Rei que se retirou, deixando Pêro, Diogo e Álvaro sozinhos com Inês. Os três fidalgos não tiveram dó nem piedade, apunhalando Inês de Castro a sangue frio. Apesar da sua morte, nemhum dos problemas que pairavam na cabeça de D. Afonso IV se resolveu.

y-coracoes11.jpg

 

Quando D. Pedro soube da terrível tragédia, cheio de dor e angústia, declarou guerra ao pai. Assaltou castelos, matou todos os que passavam à sua frente... Ao fim de alguns meses, o país não aguentava mais e, após negociações, assinou-se a paz. Porém, depois da morte de D. Afonso IV, em 1357, D. Pedro subiu ao trono e mandou procurar os assassinos de Inês. Diogo Lopes Pacheco conseguiu fugir para França, mas Pêro e Álvaro foram executados. Retiraram-lhes os corações (um pelo peito e outro pelas costas) e queimaram os seus corpos, enquanto D. Pedro I se banqueteava.

Dois anos mais tarde, D. Pedro I mandou desenterrar Inês de Castro, sentou-a no trono e, perante todo o povo português, corou-a Rainha de Portugal e obrigou todos os nobres presentes na coroação, a beijar a mão da sua amada. Mais tarde, mandou construir um túmulo para inês e outro para si, encontrando-se os dois no Mosteiro de Alcobaça, virados um para o outro.

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz22-03-2009 13:47
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Filmagem de uma pequena dramatização
 

No passado mês de Dezembro, iniciámos as filmagens de uma pequena dramatização que recria a história de amor de D.Pedro e D.Inês.

Foi com muito prazer e alegria que nos reunimos para dramatizarmos a mais bela história de amor portuguesa de todos os tempos. Contámos com a ajuda de alguns colegas da turma, bem como com a colaboração do Centro Hípico de Guilhabreu (Vila do Conde).

Somos pequenos actores e actrizes que têm o prazer de lhe apresentar esta recriação sobre a vida e a morte de Inês de Castro. Aqui disponibilizaremos algumas fotografias de momentos de pura diversão.

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz22-03-2009 13:19
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A nossa curta-metragem
 

Finalmente, o tão esperado momento!... Aqui está a nossa prometida curta-metragem.

Depois das filmagens, houve que montar o filmezinho que, agora, partilhamos convosco!...

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz22-03-2009 12:49
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Quinta das Lágrimas
 

A Quinta das Lágrimas é um palácio do século XVIII, situando-se na margem esquerda do Rio Mondego. É uma das poucas propriedades que resistiu ao desenvolvimento da cidade de Coimbra, apesar de, hoje em dia, estar adaptada a unidade hoteleira.

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Esta foi o cenário dos amores proibidos de D.Pedro I e D. Inês de Castro. Há muitos anos atrás, a Quinta das Lágrimas era apenas uma mata que pertencia à coroa e onde existia unicamente um pavilhão de caça.

 

No ano de 1730, um senhor comprou a Quinta, onde construiu um palacete e um pombal, ficando conhecida por Quinta do Pombal. No tempo das Invasões Francesas (início do século XIX), o dono chamava-se António Maria Osório Cabral da Gama e Castro e era o ajudante-de-campo do general britânico, Wellington. Quando, um dia, o general foi convidado para ir à Quinta do Pombal e lhe contaram a tragédia de D. Inês e D. Pedro I, este ficou comovido e mandou colocar junto da Fonte dos Amores uma pedra com parte dos versos de Luís de Camões, relativos a este episódio. Isto fez com que o nome da Quinta deixasse de ser pombal e passasse a ser Quinta das Lágrimas.

http://www.slide.com/r/8A3YQOCL7T8XZ5HYYooxiarHijje29C5?previous_view=mscd_embedded_url&view=original

Em 1879, o dono da Quinta chamava-se Miguel Osório Cabral de Castro, avô dos actuais proprietários. Uma noite, deflagrou na Quinta um terrível incêndio que destruiu todo o palacete, poupando apenas o jardim. Este mandou reconstruir a casa, escolhendo o género que mais gostava e acompanhando as obras de perto.

  O papel da Quinta das Lágrimas no Romance de D. Pedro I e D. Inês de Castro

Segundo a lenda, foi na Quinta das Lágrimas que D. Inês chorou pela última vez, antes de ser transpassada pelos punhais dos três fidalgos, Diogo Pacheco, Álvaro Gonçalves e Pêro Coelho, contratados pelo rei D. Aonso IV, para a assassinarem. Na Quinta das Lágrimas há duas nascentes, compradas pela Rainha Santa Isabel, para abastecer de água o Paço Real e o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. A existência de duas caleiras que estão ligadas à Fonte de Tradição e à Fonte Primitiva, unindo o “Cano dos Amores”, permitiam que a água transportasse as mensagens secretas de D. Pedro I e D. Inês de Castro.

http://www.slide.com/r/JA-clmgTyj-j405Gh0yePmhPBqFj_1L9?previous_view=mscd_embedded_url&view=original

Também os seus campos estão associados ao amor de Pedro e Inês, pois foram os locais dos encontros secretos dos dois apaixonados. Diz-se que quando Inês de Castro morreu, o seu sangue misturou-se com as águas da Fonte das Lágrimas, mas não se diluiu, permanecendo para sempre um mancha vermelha no seu fundo.

y-coracoes3.jpg

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz16-03-2009 20:28
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Mosteiro de Alcobaça
 

Os túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro encontram-se em cada lado do transepto do Mosteiro de Alcobaça. Quando subiu ao trono, D. Pedro I tinha dado ordem de construção destes túmulos para que lá fosse enterrado o seu grande amor, D. Inês, cruelmente assassinada. Este pretendia, também, ser ele próprio ali enterrado após a sua morte. As cenas representadas nos túmulos, ilustram cenas da História de Portugal e são de origem bíblica. 

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz13-03-2009 22:00
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Fundação Inês de Castro
 

A Fundação Inês de Catro foi criada a 7 de Janeiro de 2005 e tem como principal objectivo, divulgar e investigar a trágica história de D. Pedro e D. Inês. Promove e apoia também estudos e actividades culturais relacionadas com Inês de Castro.

A sua Sede situa-se em algumas instalações da Quinta das Lágrimas, em Coimbra, onde este romance decorreu. O Conselho Geral da Fundação é constituído por personagens portuguesas peritas nas áreas da História, do Ambiente e Paisagem, Artes Plásticas e Literatura, da Política, Presidentes e membros de Fundações Culturais  e personalidades ligadas à família dos anteriores proprietários.

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz08-03-2009 22:12
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História-áudio
 

Clique na imagem e em seguida carregue no livro acerca de D. Pedro I. Ouça uma história, com lindas ilustrações e algumas canções.
 

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz08-03-2009 21:16
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Música "Não há estrelas no céu"
 

 

Quisemos ser inovadoras e, por isso decidimos que seria divertido alterar a letra de uma música para que esta falasse do Romance de Pedro e Inês. A música escolhida foi "Não há estrelas no céu" de Rui Veloso.

Não há estrelas no céu a dourar o meu caminho
Até que vieste tu com  esses olhos lindos

De que vale ter poder e tesouros d’encantar

Se não posso ter-te aqui, abraçar e beijar

 

O primeiro amor da vida é bonito de viver

Tão depressa o sol brilha como a seguir está a chover

Para mim hoje é terrível estar sem o teu olhar

Parece que o mundo inteiro não me deixa amaaar

 

Passo horas a olhar para meus lindos filhos

Tudo à volta é tão triste, só me apetece fugir,

Vejo-me à noite sem mimo ou uma carícia tua,

De manhã ouço o conselho que o Rei tem p'ra me dar.

 

O primeiro amor da vida é bonito de viver

Tão depressa o sol brilha como a seguir está a chover.

Para mim hoje é terrível estar sem o teu olhar

Parece que o mundo inteiro não me deixa amaaar 

 

Hu-hu-hu-hu-hu, hu-hu-hu-hu-hu-hu

 

Vou à procura de Inês, pelas matas às escondidas,

P'ra dar à minha amada, umas beijocas queridas.

O meu primeiro amor foi a aia de Constança

Sai da frente por favor, estou entre o dever e a paixão

 

Não vês como isto é duro, já não te ter aqui

Ter de encarar o futuro com rancor dentro de mim

Porque tudo é tão incerto, não pode ser sempre assim,

Se não fosse o consolo, o que seria de mim?

 

O primeiro amor da vida é bonito de viver

Tão depressa o sol brilha como a seguir está a chover.

Para mim hoje é terrível estar sem o teu olhar

Parece que o mundo inteiro não me deixa amaaar

 

Não há estrelas no céu...

estrelas no céu...

estrelas no céu...

estrelas no céu...

estrelas no céu...

estrelas no céu...

 

 

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz05-03-2009 15:34
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Pinturas inspiradas pelo romance de Pedro e Inês
 

Muitos artistas, inspirarando-se na trágica história de amor de Pedro e Inês, pintaram os mais belos quadros. Aqui apresentamos algumas dessa pinturas.     

                     

"Inês amada nos braços de Pedro"     

                 

  "A súplica de Inês de Castro"       "Inês de Portugal"

 Suplica Inês de Castro    

            "Súplica de Inês"
                de Columbano
               

                  

          "Assassinio de Inês"         "Coroação de Inês" 
                 de Desenne
                        de Lima Freitas        
                                                                                       

Inês de Castro                

      "Inês de Castro"                                   

                     

                                      "Coroação"

            

        "D.Inês de Castro"                       "D.Pedro" 
        de Mariana Antunes              de 
Mariana Antunes

           

                 "D.Constança"
           
de Mariana Antunes                          

                        

                                                       "Fantasia Romântica"
                                                 de Máximo Paulino dos Reis

Curiosidade: O quadro "A Súplica de Inês de Castro", obra de Francisco Vieira, encontra-se no Museu das Artes Antigas (Lisboa), onde entre Fevereiro e Março (deste ano) foi visto por 8200 pessoas. 

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz05-03-2009 14:49
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Filmes e teatros alusivos a Inês de Castro
 

 Ao longo dos tempos foram feitos muitos teatros e filmes (quer portugueses quer estrangeiros) relacionados com Inês de Castro. 

Teatros:

     

   Teatro de marionetas " A culpa foi da Inês"
   Teatro de Alcobaça-24 de Setembro de 2005
   

   

   Teatro de marionetas "Inês de Castro"
   5 de Outubro de 2006

    

    Teatro "Os Assassinos de Inês de Castro"
    Realizador: Rui Xavier

Filmes:

             

                           Filme espanhol "Inés de Castro"

      

   Filme português "Inês de Castro"         (versão espanhola)
   Realizador: Leitão de Barros
   (1945)

      

   Filme português "D.Inês de Castro"

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz01-03-2009 21:40
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Fillme português "Inês de Castro" de Leitão Barros-parte1
 

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz01-03-2009 11:09
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Fillme português "Inês de Castro" de Leitão Barros-parte 8
 

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz16-02-2009 17:04
5 comentários

 
Video sobre Inês de Castro
 

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz09-02-2009 14:57
1 comentários

 
Livros de Inês de Castro
 

Flor: 6             Borboleta: 3                Flor: 6 
Foram muitos os escritores e escritoras que se apaixonaram por este romance português que, apesar de ter decorrido ainda quando quem mandava era o rei, ainda tem impacto nas nossas obras literáreas enas nossas vidas.
Foram escritas diversas obras sobre este assunto e aqui apresentamos uma pequena parte delas.  

                   

Título:"Inês de Castro A Estalagem dos Assombros"  

Autor:Seomara da Veiga Ferreira                                 

                                       

  Título: "Inês de Castro"                  Título:"Inês de Castro"

     Autora:María Pilar del hierro           Autor: Francisco Cândido

                                

Título:"A rainha morta e o rei        Título:"Inês de Castro"

saudade"                                         Autor:Gondin da Fonseca

Autor:Cândido Franco                                                     

                                                                     

Título: "O amor pode vencer a morte...Inês de Castro"

Autor:Faustino da Fonseca                                          

   

                                        

Título:"O amor de Pedro e Inês"         Título: "Inês de Castro"

    Autor(a):   ?                                     Autor: Victor Hugo              

                          

Título: "O julgamento da Inês de Castro"

 Autor:Artur Pedro Gil                             

                           

Título: "Uma aventura na Quinta das Lágrimas"

  Autoras:Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada   

                                     

Título:"Linda Inês ou o Grande Desvairo"   

Autor:Armando Martins Janeira                 

            Pedro e Inês, Maria Leonor Machado de Sousa                                        

  Título:"Pedro e Inês, um tema de sempre"   

    Autora:Maria Leonor Machado de Sousa       

             Colo de garça Formosa Inês de Castro, Mário Nunes                                                  

 Título:"Colo de garça, Formosa Inês de Castro"  

Autor:Mário Nunes                                           

          O Amor Infinito de Pedro e Inês, Luis Rosa                      

Título:"O amor infinito de Pedro e Inês"    

Autor:Luís Rosa                                      

          Linda Ignês, Rocha Martins, Rita Fero                    

Título:"Linda Inês"                               

            Autores: Rocha Martins e Rita                        

           A Rainha Crucificada, Gilbert Sinoué              

Título: "A rainha crucificada"     

Autor: Gilbert Sinoué                

                          

Título:"Noites de Inês-Constança"      Título: "Linda Ignês"

  Autora:Fiama Pais Brandão               Autor: Rocha Martins  

  A Trança de Inês, Rosa Lobato Faria

Título: "A trança de Inês"

  Autora: Rosa Lobato Faria

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz01-02-2009 13:24
2 comentários

 
Obras literárias do romance de Inês de Castro
 

 A história e o mito que envolvem o lindo amor de D. Inês de Castro e D. Pedro, tem  servido como tema para várias obras literárias. Desde autores nacionais a estrangeiros, autores de séculos distantes a autores nossos contemporâneos, são inspirados por esta história de amor portuguesa.

y-coracoes16.jpg

Foi no século XVI, que surgiram as primeiras obras literárias de que há registo. Alguns dos autores são: Garcia de Resende em “As Trovas à Morte de Inês de Castro”, Luís de Camões no “Canto III d’ Os Lusíadas” e António Ferreira em “A Castro” (a primeira tragédia clássica portuguesa). Desde então, podemos constatar a presença desta temática em todos os séculos, tanto na literatura erudita, como na literatura popular.

Scraps de Coração batendo para Orkut, Myspace e hi5Afonso Lopes Vieira

Afonso Lopes Vieira nasceu em 1878, em Leiria e, morreu em 1946. Dentro das suas obras temos: Para quê? (1897), Náufragos, Versos Lusitanos (1898), O Meu Adeus (1900), O Encoberto (1905), Canções do vento e do Sol (1911), etc.

A minha fotografiaD.Inês de Castro

Choram ainda a tua morte escura
Aquelas que chorando a memoraram;
As lágrimas choradas não secaram
Nos saudosos campos da ternura. 
Santa entre as Santas pela má ventura,
Rainha, mais que todas que reinaram,
Amada, os teus amores não passaram
E és sempre bela e viva e loira e pura. 
Ô linda, sonha aí, posta em sossego
No teu muymento de alva pedra tina,
Como outrora na Fonte do Mondego. 
Dorme, sombra de graças e de saudade,
Colo de Graças, amor, moço menina,

Bem-amada por toda a eternidade!

 Scraps de Coração batendo para Orkut, Myspace e hi5Agustina Bessa Luís

 Agustina Bessa Luís nasceu em Vila Meã, Amarante em 1922. Vários dos seus romances foram adaptados ao cinema, como Fanny Owen ("Francisca"), Vale Abraão e As Terras do Risco ("O Convento").

A minha fotografiaA coroação 

[...]É por isso que não admitimos que o túmulo de Inês fosse lavrado em tão escasso período de tempo como se quer concluir. É uma obra segundo os moldes da época, feita por artistas experimentados, senão tão requintados como os escultores lombardos; as edículas apresentam testemunhos familiares sem decerto esquecer o leque heráldico que confirma o prestígio da morta e que, no caso de Inês, se impunha sobremaneira. Penso que imediatamente depois de subir ao trono, em 1357, ou mesmo antes, ainda como infante, D. Pedro promoveu a execução da obra, que deixou ao cargo doa monges de Alcobaça ou, mais exactamente, do seu abade. Se em 1361 ou 1362 se fez a trasladação do corpo de D. Inês para o mosteiro onde jaz, não quer isso dizer que o túmulo estivesse completo. No entanto, foi um trabalho rápido, mesmo produzido em cinco anos. Diz-se que não há vestígios de o monumento ser falado antes de 1360, data em que foi feita a declaração do casamento, que surpreendeu muita gente. Não é possível nenhuma surpresa desse género, dados os acontecimentos tão tumultuosos e claros; a própria violência dos factos absorvia os pequenos comentários de que se fabrica a lenda oral. As pessoas tinham medo de falar porque temiam represálias. Houve lugares e terras devastados pelos grupos que se combatiam duramente e que puseram a nação em tal turbulência que se receou pela estabilidade da coroa. O povo estava farto de barafunda inesiana, e é natural que o seu túmulo fosse feito com certo sigilo. D. Pedro era extremamente cuidadoso com a sua imagem popular e nem sequer devia orientar os trabalhos em Alcobaça. Em parte para não denunciar qualquer obsessão que comprometesse a sua personalidade de base, tão necessária à identificação colectiva. [...]

Scraps de Coração batendo para Orkut, Myspace e hi5António Barbosa 

António Barbosa Bacelar nasceu em 1610, em Lisboa e morreu em 1663. Dedicou-se à escrita, nomeadamente à historiografia e à poesia. Dentro da historiografia, escreveu a Relação Diária do Sítio e Tomada da Forte Praça do Recife, a Relação da Vitória que Alcançaram as Armas do Muito Alto e Poderoso Rei D. Afonso VI, em 14 de Janeiro de 1609, Uma e Outra Fortuna do Marquês de Montalvor, etc.

 A minha fotografiaFénix Renascida 

À morte de uma dama

Sombras de um claro sol que me abrasava,
Cinzas de um doce fogo aonde ardia,
Ruínas de uma boca em que vivia,
Cadáver de uma vida que adorava,

Quem te trocou, senhora? O tempo estava
A teus pés, em teu rosto o sol nascia,
De tua vista se compunha o dia,
De tua ausência a noite se formava.

Pois como pôde o tempo pressuroso,
O dia breve, a noite fugitiva
Mudar um corpo e rosto tão fermoso?

Mas tanto sol e luz, tão excessiva
Ardendo de contínuo, era forçoso
Trocar-se em cinza morta a flama viva.


A umas saudades

Saudades de meu bem, que noite e dia
A alma atormentais, se é vosso intento
Acabardes-me a vida com tormento,
Mais lisonja será que tirania.

Mas, quando me matar vossa porfia,
De morrer tenho tal contentamento,
Que em me matando vosso sentimento,
Me há-de ressuscitar minha alegria.

Porém matai-me embora, que pretendo
Satisfazer com mortes repetidas
O que à beleza sua estou devendo.

Vidas me dai para tirar-me vidas,
Que ao grande gosto com que as for perdendo
Serão todas as mortes bem devidas.

A uma ausência

Sinto-me, sem sentir, todo abrasado
No rigoroso fogo que me alenta;
O mal, que me consome, me sustenta;
O bem, que me entretém, me dá cuidado.

Ando sem me mover, falo calado;
O que mais perto vejo, se me ausenta,
E o que estou sem ver, mais me atormenta;
Alegro-me de ver-me atormentado.

Choro no mesmo ponto em que me rio;
No mor risco me anima á confiança;
Do que menos se espera estou mais certo.

Mas se de confiado desconfio,
É porque, entre os receios da mudança,
Ando perdido em mim como em deserto.


 

A uma dama
(Romance)

Por fazer lisonja às flores
De flores touca o cabelo
Nise, a gala do donaire,
Nise, a glória dos desejos.
Invejosas as estrelas
Murmuraram tanto emprego,
Se as não contentara Nise
Com tê-las nos olhos negros.
De garbo, postura e talhe
Vai luzida em tanto extremo,
Que nas vidas que cativa
Tem muita parte o asseio.
Quanto pisa e quanto fala,
Vai brotando e florescendo
Uma rosa em cada passo,
Um jasmim em cada alento.
Caçadora ufana e dextra,
Quem viu caçadora Vénus?
Pede as armas emprestadas
Dizem que a um menino cego.
Galharda o arco exercita,
E, com movimento dextro,
De quantas setas lhe fia,
Nenhuma lhe leva o vento.
Guarde-se todo o alvedrio,
Que não dão as frechas erro,
Pois para acertar as vidas
Tomam nos olhos preceitos.
Despejada comunica
Ao monte seus raios belos,
Que nem sempre o majestoso
Há-de afectar o encoberto.
E, com deixar-se admirar,
Nada lhe perde o respeito;
Mas tais amas traz consigo...
Pastores, diga-o Fileno.

Fénix Renascida, V

Scraps de Coração batendo para Orkut, Myspace e hi5António Ferreira 
António Ferreira (1528-1569) nasceu em 1528, em Lisboa e, morreu em 1569. Estudou Direito na Universidade de Coimbra. Além de desembargador, cultivou a poesia, sendo o discípulo mais famoso de Sá de Miranda. Os seus poemas foram publicados por seu filho, Miguel Leite Ferreira, em 1598, sob o título de Poemas Lusitanos. Escreveu as comédias Bristo e Cioso, publicadas em 1622, e a tragédia Castro, publicada em 1587.
É considerado um dos maiores poetas do classicismo renascentista de língua portuguesa.
 

A minha fotografiaVersos tirados da peça “A Castro”

Esta é a mãe dos teus netos. Estes são

Filhos daquele filho, que tanto amas.

Esta é aquela coitada mulher fraca,

Contra quem vens armado de crueza.

(...)

Que te posso querer, que tu não vejas?

Pergunta-te a ti mesmo o que me fazes,

A causa, que te move a tal rigor.

Dou tua consciência em minha prova.

S’os olhos de teu filho s’enganaram

Com o que viram em mim, que culpa tenho?

Paguei-lhe aquele amor com outro amor,

Fraqueza costumada em todo estado.

Se contra Deus pequei, contra ti não.

Não soube defender-me, dei-me toda,

Não a imigos teus, não a traidores.

A que alguns segredos descobrisse

Confiados em mim, mas a teu filho,

Príncipe deste Reino. Vê que forças

Podia eu ter contra tamanhas forças.

Não cuidava, Senhor, que t’ofendia.

Defenderas-mo tu, e obedecera,

Inda que o grand’amor nunca se força.

Igualmente foi sempre entre nós ambos;

Igualmente trocamos nossas almas.

Esta que ora te fala, é de teu filho.

Em mi matas a ele, ele pede

Vida par’estes filhos concebidos

Em tanto amor. Não vês como parecem

Aquele filho teu? Senhor meu, matas

Todos, a mim matando; todos morrem.

(...) ai meus filhos,

Chorai, pedi justiça aos altos Céus,

Pedi misericórdia a vosso avô

Contra vós tal cruel, meus inocentes.

Ficareis cá sem mim, sem vosso pai,

Que não poderá ver-vos sem me ver.

Abraçai-me, meus filhos, abraçai-me,

Despedi-vos dos peitos que mamastes. 

 Scraps de Coração batendo para Orkut, Myspace e hi5Eduardo Aroso
 Eduardo Aroso naceu em 1952, em Coimbra. Na sua actividade literárea, contam-se as seguintes publicações: "A poesia vai à escola", "O olhar da Serra", "A guitarra portuguesa", etc.
A minha fotografiaInês de perto e de longe  

A hora vespertina da penumbraInicia a viagem interior
Onde já tudo se apaga:
Jardins, musgos e fontes.
A terra prometida
Vem pela manhã,
No mel claro ou rosto
Que amacia os horizontes.
Arrefece ainda nas pedras,
Cicatrizes de presença.
Mas neste deserto diário
Há o oásis no outro lado.
Turva-se a memória
No caminho ébrio,
Cruzado do destino
Do ter ou do viver.
Fino gume tem o instinto
De mais alvorecer.
Na luz modulante da lua
Os anjos corrigem a noite.
 Scraps de Coração batendo para Orkut, Myspace e hi5Fernão Lopes 

Fernão Lopes nasceu em 1380, em Lisboa de uma família de camponeses ou de mesteirais e, morreu, provavelmente em 1460. Em 1419, por ordem do infante D. Duarte, começa a redigir a Crónica dos Sete Primeiros Reis de Portugal; escreve depois as crónicas de D. Pedro e D. Fernando, bem como as duas primeiras partes da crónica de D. João I. 

  

A minha fotografiaCrónica de D.Pedro

 Capítulo XIV – Como el-rrei fez conde e armou cavalleiro Joham Affonso Tello, e da gram festa que lhe fez, pp. 143-145
[…]
Capítulo XIX – Como el-rrei de Castella entrou per Aragom, e das cousas que fez em este anno, pp. 173-175
[…] mandou a pressa armar sete galees e seis naaos; e meteu-se el-rrei em ellas […], p. 173
[…] mandou el-rrei as galees aa ilha d’Eviça […], p. 173
e el-rrei veo-sse entom a Sevilha por mandar fazer galees e encaminhar de fazer armada no anno seguinte […], p. 174

Capítulo XXI – Como el-rrei partio de Sevilha por tomar dom Tello seu irmaão pera o matar, e como matou o iffante dom Joham seu primo, pp. 181-183
[…] e chegou a Bermeo, hũua sua villa rribeira do mar, e entrou em pinaças de pescadores, e foi-sse pera Bayona de Ingraterra. […], p. 181
Capítulo XXII – Como foi quebrada a tregoa d’hũu ano que avia antre os rreis, e como el-rrei dom Pedro juntou armada por fazer guerra a Aragom, pp. 185-187
[…] e como el-rrei dom Pedro juntou armada por fazer guerra a Aragom, p. 185
[…] e fez armar a pressa doze galees. E em-nas armando chegarom seis galees de genoeses que estonce aviam guerra com os catellaães: e prougue muito a el-rrei com ellas, e tomou-as a soldo, dando por mes a cada hũua mill dobras cruzadas. E com estas dezoito galees chegou a hũa villa que chamam Guardamar […], p. 186
[…]

escrito por Ana Pinto, Ana Vaz e Raquel Vaz20-01-2009 19:46
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