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sobre mim: 1997 - 1.º prémio de poesia no “Concurso Literário Revelação” , promovido pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira// 2000 - Publicação de poemas na colectânea Há Qualquer Coisa, na Editorial Minerva// 2007 - Publicação de André no Reino das Palavras Falantes,volume 1, da colecção Os Caçadores de Gramatífagos//Dinamizadora de ateliers de escrita e ilustração em escolas, livrarias e Bibliotecas Municipais// 2009 - Participação numa colectânea brasileira A Livre Escrita // Contadora de Histórias em Escolas
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Natália Augusto
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| SER CRIANÇA |
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Foto de N Augusto ***
Ser criança Não é somente ter pouca idade E sim esquecer a idade física A nossa verdadeira idade está na mente É o que se sente.
Ser criança É perseguir a felicidade Sem se importar com a idade.
É esquecer um pouco das responsabilidades Sem contudo ser irresponsável.
É viver intensamente o presente Não viver condicionado ao futuro Nem ruminando o passado
É amar intensamente E viver essa paixão sem precedentes
É sempre sorrir Sempre estar aberto para o novo
Ser criança É nascer de novo a cada dia... Sandra Mamede
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escrito por Natália Augusto01-06-2010 11:06
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| Enigmas e histórias |
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Foto de Carlos Augusto - St-Chamond (França) *** Em criança ouvi muitas histórias pois os narradores eram muitos: a minha mãe, a minha avó, as minhas tias, o meu pai. Essas histórias faziam as minhas delícias e as do meu irmão. Hoje recordo com carinho esses momentos tão únicos, vividos em família em torno de narrativas fantásticas, fabulosas, que alimentavam a imaginação. Não me esquecerei nunca dessa partilha. Agora, a terceira geração, continua a contar essas e outras histórias. Tenho de dar a mão à palmatória e dizer que esqueci muitas delas, mas não o meu irmão. Aliás, foi graças a ele que recuperei algumas dessas histórias tradicionais para recontar na Hora do Conto. Têm sido muito bem aceites pelo público infantil. As histórias começam com enigmas e a sua decifração dá corpo a uma história mais ou menos longa. Um dos enigmas é curto e muito enigmático. O segundo é mais fácil de decifrar, contudo mais difícil de ler devido ao aparecimento de palavras difíceis de pronunciar e que não fazem parte do português corrente. É com esse que vos deixo. E já agora tentem decifrá-lo... «Era uma vez um dormendormilhas que se deitou debaixo de uma perrãperrilhas. Veio uma ferrãferrilhas para morder o dormendormilhas, mas cai uma perrãperrilhas na cabeça do dormendormilhas que acorda o dormendormilhas, que mata a ferrãferrilhas e come a perrãperrilhas.»
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escrito por Natália Augusto28-05-2010 12:25
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| Contadora de contos |
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Fiz uma viagem fantástica ao Reino da Fantasia. Vi seres irreais: unicórnios, comerrochas, elfos, árvores gigantescas. Era um lindo reino, só que algo muito grave estava a acontecer - o Reino da Fantasia estava a desaparecer. Tudo porque a princesa Criança, que vivia na Torre de Marfim, estava muito doente. Os habitantes do Reino da Fantasia tinham medo que a princesa Criança morresse, pois isso seria o fim do Reino. Eles pediram-me que a fosse visitar para saber o que poderíamos fazer para a curar. Fui ter com ela à Torre de Marfim. Aí encontrei num belo trono uma criança que me falou com uma voz muito fraca. Cheguei na segunda-feira de madrugada e trago-vos uma mensagem da princesa Criança. Ela pediu-me que não deixasse nunca de ir ao Reino da Fantasia com a ajuda dos livros, dos vossos desenhos, da vossa capacidade de sonhar e brincar. Há muitas portas para Fantasia, há muitos livros mágicos, basta ser-se criança.
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escrito por Natália Augusto13-04-2010 11:38
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| Contadora de Histórias |
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Gosto de caixinhas. Gosto de caixinhas de todas as cores e formas e materiais. Acho sempre que escondem alguma surpresa lá dentro. Há caixinhas que gosto muito de abrir. São as da fantasia que partilho com os mais pequenos. Eu faço parte desse mundo de fantasia. Represento FANTASIA da melhor forma que posso. Crio situações imaginárias, visto-me de acordo com as personagens que interpreto, escolho artefactos que me acompanham num pequeno baú. Tudo o que digo, conto, faço a partir de livros, objectos, fantoches cativa os meus pequenos ouvintes. De tal forma, que a sua participação ultrapassa, muitas vezes, todas as minhas expectativas. Eu apenas represento Fantasia. Já eles são ainda Fantasia inocente e pura.
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escrito por Natália Augusto19-11-2009 11:33
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| CONCURSO NACIONAL DE LEITURA |
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Fase Final A Escola Básica com 2.º e 3.º Ciclos El-Rei D. Manuel I de Alcochete continua a fazer-se representar na final do Concurso Nacional de Leitura, pelo terceiro ano consecutivo. O dia 30 de Maio será um grande dia!A Inês Rocha (7.ºano) e a Marisa Prata (do 8.º ano), concorrente efectiva e suplente, respectivamente, estão desde o início do 3,º período a ler os livros seleccionados pelo Júri Nacional. Começaram por ler e analisar O Fogo e as Cinzas de Manuel da Fonseca, passaram para O Diário de Anne Frank, e depois analisarão Uma História Interminável de Michael Ende. A Inês Rocha e a Marisa Prata estão felizes não só por terem sido apuradas na Fase Distrital, mas também por poderem estar presentes na última fase deste Concurso, a representarem a sua escola e o seu distrito.
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escrito por Natália Augusto07-05-2009 23:03
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| CONCURSO NACIONAL DE LEITURA |
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FASE DISTRITAL  Ontem, dia 27 de Março de 2009, realizou-se a prova da Fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura No presente ano, a prova realizou-se na “recém-inaugurada” (13 de Setembro de 2008) Biblioteca Municipal de Alcochete. Alunos, professores e acompanhantes foram recebidos pela dra. Helena Machado, bibliotecária responsável, e pelos membros do júri que organizaram e promoveram o evento. Enquanto as provas não tiveram início, era não só notório o nervosismo, bem como a expectativa dos participantes do 3.º Ciclo e do Secundário que, de livros e apontamentos na mão, faziam as últimas revisões. Participaram nesta fase do Concurso Nacional de Leitura 29 alunos do 3.º Ciclo e 25 do Secundário, do distrito de Setúbal. No dia 9 de Abril serão divulgados os nomes os alunos apurados (dois do 3.º Ciclo e dois do Secundário) para a Fase Nacional deste Concurso, que tem contado, cada vez mais, com mais participantes, a nível local e nacional.
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escrito por Natália Augusto28-03-2009 11:23
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| SEMANA DA LEITURA |
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Hoje, em busca de um pensamento para iniciar um texto que se adequasse à Semana da Leitura que se avizinha, deparei-me com uma citação de Jorge Borges que não posso deixar de transcrever: «Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve». Pensamento curioso de um escritor, de origem argentina, que coloca maior ênfase na leitura do que na escrita! Creio que não é só Jorge Borges que partilha desta ideia. Para se escrever bem tem de se ter lido muito e, sem sombra de dúvida, que somos grandes e nos tornamos maiores pelas leituras que fizemos, que nos ajudaram a fazer ou que nos aconselharam a fazer. A Semana da Leitura decorre de 2 a 6 de Março, do corrente ano, mas em muitas escolas, em várias escolas, todos os dias é dia da leitura, dado que o Projecto Educativo assenta sobretudo nesta competência. Por isso, desde o início do ano lectivo que, em algumas delas, continuam-se a actualizar os blogues sobre a leitura, continuam a realizar-se feiras do livro, para conquistar mais leitores: meninos e meninas, jovens, pais e encarregados de educação. Para formar mais leitores, para os conquistar definitivamente para a leitura já se verificaram encontros com escritores e ilustradores, criaram-se momentos específicos para se narrarem histórias, entre outras actividades. Decorrente destes Projectos Educativos de Escola, é óbvio que a Semana da Leitura vai ser celebrada com entusiasmo e com uma maior concentração destas e de outras actividades que foram planeadas e desenvolvidas com um certa antecedência.
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escrito por Natália Augusto28-02-2009 14:30
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| CONCURSO NACIONAL DE LEITURA |
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FASE DISTRITAL
A Inês Rocha (7.ºano), a Helena Santos e a Marisa Prata (do 8.º ano) estão, desde o início deste mês, a prepararem-se para a fase distrital, que este ano decorrerá na Biblioteca Municipal de Alcochete, inaugurada a 13 de Setembro de 2008. A Prova Distrital terá lugar no dia 27 de Março. O Júri da Fase Distrital seleccionou duas obras, O Mundo em que Vivi de Ilse Losa e Em Nome do Amor de Meg Rosoff, que são de uma beleza rara, quer a nível narrativo, quer a nível literário. O Mundo em que Vivi é a obra de estreia da autora de origem alemã e ascendência judaica, que, por força das circunstâncias, havia de se exilar no nosso país. Em Nome do Amor de Meg Rosoff, obra premiada com Guardian Childen’s Fiction Prize (2004) e com Branford Boase Award (2005), tem marcado de forma inesperada e súbita o mundo literário. As duas obras constituem belíssimas mensagens de amor, coragem, sacrifício, luta e esperança. Ambas são cativantes e fáceis de ler. São, na minha humilde opinião, duas belíssimas obras de grande sensibilidade literária e emocional, que nos conduzem ao mundo dos afectos, que é também o mais complexo dos mundos
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escrito por Natália Augusto13-02-2009 18:28
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| Escrita a várias mãos: desafio 1 |
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Queridos ilustradores e/ou escritores
Deixamos-vos com o primeiro excerto: 1 O sol acordou naquela manhã e olhou à sua volta. Todos dormiam ainda daquele lado do Reino. Como seria bom se pudesse dormir mais um pouco! Mas não podia. Agosto não ia gostar nada de dar um dia menos solarengo aos habitantes do Reino das Palavras Falantes. Além disso, muita coisa estava para acontecer naquele e nos próximos dias! Porque eram férias! As tão desejadas férias! Tinha de nascer pela infinitésima vez. Bocejou, sorriu, espreguiçou os seus raios e foi-se elevando lentamente. Surgiu de mansinho no céu, que ganhou novas pinceladas e diferentes tons. Uns laivos de rosa e laranja claros estenderam-se pela paisagem, depois ...
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escrito por Natália Augusto17-01-2009 14:36
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| Escrita a várias mãos |
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 Desafios, ilustração de Fernanda Azevedo
Queridos ilustradores e/ou escritores do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos Fernanda Azevedo e Natália Augusto têm proposto vários desafios de lustração e escrita, no atelier “Tudoépossívelimaginar”, em livrarias e escolas deste país. O balanço tem sido positivo. Agora chegou o momento de vos propormos que se juntem a nós na blogosfera. O primeiro desafio que vos propomos é colaborar na escrita de uma nova aventura do André e dos seus amigos. Natália Augusto escreve o início e vocês continuam-na. Podem fazê-lo escrevendo partes mais ou menos longas e, as duas amigas, escolherão e publicarão, num blogue a criar, aquelas que considerarem mais interessantes. Fernanda Azevedo ilustra esse primeiro excerto e vocês irão ilustrando os que forem sendo colocados no blogue. A pouco e pouco, a história irá tomando forma, sempre e só com o vosso contributo. Por isso, podemos dizer que se trata de uma aventura escrita a várias mãos. Esperamos que gostem desta provocação. Outras, de outro carácter, ainda estão lá no fundo da nossa caixa vermelha.
Enviem os trabalhos para caixavermelha@.com
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escrito por Natália Augusto17-01-2009 14:23
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| CONCURSO NACIONAL DE LEITURA |
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Cenário RTP do CNL - 2006/2007 FASE ESCOLAS Como já aqui foi escrito, a Prova Escrita decorreu no passado dia 10 de Dezembro. Vinte e nove alunos do 7.º ao 9.º ano, pré-seleccionados pelos docentes de Língua Portuguesa, realizaram a prova. Desses vinte e nove alunos, dezoito passaram à Prova Oral, que responderam a vários desafios colocados por um elemento da BE/CRE, perante um júri atento, que ia registando as pontuações de cada um. A prestação destes alunos foi notável. Muitos atingiram a pontuação máxima. A soma dos resultados da Prova Escrita e da Prova Oral ditou, ontem, os três vencedores que participarão na Fase Distrital. Se nos dois anos transactos, ganharam sempre rapazes, este ano serão três jovens a representar a Escola E.B. 2,3 El-Rei D. Manuel I, de Alcochete. A Helena Catarina Santos (8.º ano), a Marisa Isabel Prata (8.ºF) e a Inês Rocha (7.º E), primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, têm pela frente um novo desafio de leitura.
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escrito por Natália Augusto18-12-2008 21:53
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| Direitos dos professores |
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Eleitos e Vilões - Um possível guião A salvaguarda dos direitos dos professores não tem fim à vista. Nem pode ter! Para que a legalidade e a imparcialidade sejam repostas, é necessário que o Ministério da Educação reveja o estatuto da carreira docente e suspenda o presente modelo de avaliação, complexo e penalizador. Nunca os docentes estiveram tão unidos. Eles têm sido um motor de união nacional que tem alertado a sociedade em geral, para a precariedade das condições de trabalho dos docentes e pela destruição eminente da Escola Pública. Essa é a luta visível, pública, mediática. A par destes docentes, outros há que gostariam de se sentir também mais apoiados, mais defendidos pelos sindicatos e pelos seus pares. Esses travam uma luta silenciosa, morosa e sem perspectivas de futuro. Têm apenas uma certeza, não vão continuar na escola. Para o Ministério da Educação e a DRELVT um professor que é professor dá aulas (uma ou duas disciplinas), tem alunos (5 a 7 turmas ou mais), desenvolve e envolve-se em projectos, na vida da escola. Se se tratasse de uma qualquer saga cinematográfica, seriam “Os Eleitos”. Em primeiro lugar, os professores titulares, a seguir, num papel de alguma relevância, os outros professores, Mas há, como nas trilogias, outras categorias de personagens. As que têm de ser eliminadas. E até não são os vilões, porquanto desempenham papéis deveras importantes no enredo da história. Neste quase guião, encontamos professores deveras importantes na vida da escola e dos alunos, que vão ser reclassificados ou reconvertidos! Que vocábulos! Os números podem variar ligeiramente, mas o número de professores que foram considerados incapazes para a actividade docente são presentemente 2500. Estes são os vilões, porque auferem um salário e não dão aulas. O ME acha então que o melhor é dar-lhes uma outra oportunidade onde ela não existe. É assim que se diminui a despesa pública! Primeiro, esses professores declaram num formulário se pretendem ou não passar à mobilidade da função pública; se disserem que não, preenchem um formulário onde declaram onde gostariam de desempenhar funções de técnicos superiores. Atenção! Nada de escolher escolas. Que escolher então? Uma voz do outro lado do telefone sugere Câmaras Municipais. A voz de cá pergunta. "Podem ser Bibliotecas Municipais? Museus?" A voz responde, para despachar “Pode, pode”. Aguardemos por novas novas (desculpem a redundância!) Este guião está no início e sem fim à vista.
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escrito por Natália Augusto14-12-2008 19:12
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| CONCURSO NACIONAL DE LEITURA |
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Da esquerda para a direita: Tiago Labreca, Gaspar Penetra, Paulo da Silva e João Silva. Na edição de 2006/07, estiveram na final o Gaspar Penetra e o João Silva (suplente que foi maquilhado e que por três vezes esteve em vias de participar). Foi um dia de nervos. Para todos. Na edição de 2007/08, o Tiago Labreca participou na semi-final, já o Paulo da Silva, apesar de ser suplente, só pôde ver a gravação do programa. Estes quatro jovens, bons alunos e leitores, são alguns dos participantes da escola, onde ainda trabalho. Frequentam o 9.ºano e apesar de terem exames finais, quiseram participar. O Gaspar e o João Silva estão a preparar-se sozinhos para a primeira fase. A professora que devia prepará-los, adoeceu gravemente e, ainda assim, não desitiram. É uma atitude corajosa. Há dois anos que tenho estreitado laços com os alunos que participam no Concurso Nacional de Leitura. Tenho tido o prazer e a felicidade de os preparar para a Fase Distrital e para a Fase Final. A motivação, o empenho e a capacidade de trabalho destes adolescentes é de louvar e encorajar. Até nas férias da Páscoa nos encontrámos para se prepararem. Estavam super animados! Cada obra foi trabalhada cuidadosamente e acompanhada de fichas de trabalho e outros materiais. Algo me diz, no entanto, que este será o último ano que o farei. Não porque o Concurso deixe de existir, mas porque, como qualquer docente sem turmas e considerado incapaz para a docência, já se encontra num processo de reclassificação ou reconversão da carreira. Porém, não sou insubstituível. Outra docente do grupo passará a ter esse prazer de ler as obras escolhidas, com jovens sempre tão ávidos de saber e de saber ler.
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escrito por Natália Augusto10-12-2008 00:45
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| CONCURSO NACIONAL DE LEITURA |
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FASE ESCOLAS Na edição deste ano, um grande número de alunos da Escola E. B. 2,3 El-Rei D. Manuel I de Alcochete estão a preparar-se para participarem no concurso. É o terceiro ano consecutivo que os alunos desta escola participam. A obra seleccionada pelos docentes de Língua Portuguesa foi ao encontro do tema da BE/CRE: “Espelhos do Mundo” (Escher) e a Comemoração da Semana Nacional da Cultura Científica, dado que Rómulo de Carvalho nasceu a 24 de Novembro. A obra Breve História da Lua foi a escolhida por ser uma das muitas obras que Rómulo de Carvalho escreveu, com o pseudónimo António Gedeão. A participação crescente de participantes deve-se, por um lado, à motivação quer dos docentes de Língua Portuguesa, quer dos seus discentes, por outro, ao facto de nas duas edições anteriores do concurso, os alunos da escola terem chegada à final na primeira edição (06/07) e à semi-final na segunda (07/08). Nesta primeira fase do Concurso Nacional de Leitura, os alunos do 3.º Ciclo serão submetidos a duas provas: uma escrita e outra oral. A primeira decorrerá já no próximo dia 10 de Dezembro e a segunda no dia 17. Esta última terá lugar na Biblioteca Escolar e contará com a presença de um júri constituído, como nos dois anos anteriores, por um elemento da Biblioteca Municipal de Alcochete, pela Coordenadora do Departamento de Português e por um elemento da equipa da BE/CRE. Estarão presentes outros convidados. Os três alunos que obtiverem melhores classificações participarão, de acordo com o regulamento do Concurso Nacional de Leitura, na Fase Distrital, a decorrer numa Biblioteca Municipal do distrito de Setúbal.
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escrito por Natália Augusto07-12-2008 15:11
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| Direitos do Professor |
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Direitos do professor O direito de ensinar . O direito de ser respeitado dentro e fora da sala de aula, pelos membros da comunidade educativa e por toda a sociedade. O direito de não ter salas com 28 ou mais alunos (sendo 1, 2 ou mais, alunos com necessidades educativas especiais). O direito de ter o material necessário a funcionar nas salas de aula (quadro interactivo; internet em toda a escola; computadores em rede; laboratórios de ciências). O direito de receber, em cada início de ano lectivo, além do manual adoptado, esferográficas, lápis, borrachas, resmas de papel A4, tinteiros, cartolinas (que compra com o seu salário). O direito a cumprir o horário laboral apenas na escola. O direito de dispor de um espaço na escola para planificar, preparar as aulas; produzir os critérios de avaliação dos testes e os testes; reunir com os seus pares e os Pais e Encarregados de Educação. O direito de receber horas extraordinárias nas aulas de substituição e nas reuniões que ultrapassam o seu horário de trabalho. O direito a não haver professores titulares e os outros professores, pois todos são professores. O direito à avaliação imparcial, justa e coerente realizada por um coordenador/professor da sua área disciplinar, de uma entidade externa idónea. O direito a que os parâmetros da avaliação dos professores sejam definidos por essa entidade e aplicados a nível nacional. O direito a não haver cotas na atribuição da avaliação, porquanto só assim se obterão resultados fidedignos
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escrito por Natália Augusto12-11-2008 16:46
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| Ensinar |
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O Ensino devia ser de modo a que o que é dado fosse recebido como uma prenda valiosa e não como uma tarefa árdua.
Albert Einstein
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escrito por Natália Augusto12-11-2008 16:31
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| Direitos do Livro |
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Les droits imprescriptibles du livre Le droit d’ être écrit . Le droit d’ être lu. Le droit de reédition. Le droit de ne pas être copier. Le droit de le souligner. Le droit de le citer. Le droit d’ être lu par plusieurs lecteurs . Le droit d’ être traduit . Le droit d’ avoir des images. Le droit de recevoir des prix. Nathalie
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escrito por Natália Augusto08-11-2008 23:43
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| Direitos do Leitor |
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Les droits imprescriptibles du lecteur
Le droit de ne pas lire. Le droit de sauter des pages. Le droit de ne pas finir un livre. Le droit de relire. Le droit de lire n'importe quoi. Le droit au bovarysme (maladie textuellement transmissible). Le droit de lire n'importe où. Le droit de grappiller. Le droit de lire à haute voix. Le droit de nous taire.
Daniel PENNAC, Comme un roman
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escrito por Natália Augusto04-11-2008 16:00
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| O sorriso de Mona Lisa |
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escrito por Natália Augusto01-11-2008 18:37
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