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O Diário de Inês Blog criado para cumprir requisito necessário à participação no Concurso  
 
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Inês de Castro

Escola Dr. João das Regras (8ºE)


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Seminário sobre Inês de Castro
O mais trágico de toda esta História…
Later (mais tarde)…
Um mal que veio por bem...
Uma proposta desonesta
Censura de material de escrita…
O Diário de Pedro / O original

 
CONCURSO Inês de Castro 2009/10
 

Reabrimos o nosso blogue sobre Inês de Castro, construído no ano passado lectivo (2008/09), para incluir o produto construído para o consurso deste ano, subordinado ao mesmo tema.

Desta vez, decidimos fazer um podcast.

Faz parte das actividades desenvolvidas no âmbito do PNL do nosso Agrupamento, a gravação semanal de um podcast, no espaço da BECRE. Projecto designado por A Hora das Palavras. A nossa participação constitui uma edição especial.

Começamos por fazer referência ao trabalho desenvolvido no Ano Passado aqui no Blog e, depois, lemos alguns poemas de autores portugueses sobre a temática do Concurso: Inês de Castro.

Com este trabalho, que a seguir apresentamos, participamos no Concurso Inês de Castro (2009/10)


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Filipa Fernandes, 9ºE

Helena Ferreria, 9ºE

Sara Félix, 9ºE

 

escrito por Inês de Castro18-03-2010 23:43
0 comentários

 
A fechar...
 

Coordenar, pedagogicamente,  a participação da Filipa, Helena, Rodolfo e Sara nesta inciativa do PNL / Fundação Inês de Castro foi muito mais do que um dever.

Recordou-me a razão pela qual continuo a ser a professora empenhada de sempre. Os nossos jovens merecem esta dedicação.

Incialmente pensado para ser um Diário sério e histórico sobre os amores de Inês e Pedro, o trabalho acabou por seguir um rumo diferente e algo humorístico, fruto da própria dinâmica do grupo que foi respeitada e, por isso, aceite.

Privilegiou-se o trabalho de grupo,  tendo sido necessários encontros semanais para organizar o trabalho. E creio que todos vamos ter saudades dessas quinta-feiras, a seguir ao almoço.

Esperemos que, para o ano, haja outra proposta, outro desafio.

Obrigada, Filipa, Helena, Rodolfo e Sara por terem estado sempre presentes.

 

Rosalina Simão Nunes

 

 

 

escrito por Inês de Castro27-03-2009 23:47
0 comentários

 
Diário de Inês
 

O Vídeo

escrito por Inês de Castro27-03-2009 23:36
0 comentários

 
Seminário sobre Inês de Castro
 

Seria interessante a realização de um Seminário sobre a temática de Inês de Castro na Literatura Portuguesa.

A Filipa Fernandes fez já o seu Programa...

 

 

 

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 Para ver melhor, clicar aqui.

_____________________________

 

Fonte de pesquisa:

Língua Portuguesa

escrito por Inês de Castro27-03-2009 23:35
0 comentários

 
O mais trágico de toda esta História…
 

XI   

 

 

Os guardas vêm aí…

Tenho de fugir…

Avisar/deixar (riscar o que não interessa) os meus filhos…

Tenho de partir.

 

Um cutelo da cozinha,

Eu vou roubar.

Quando estiver a correr,

Com este vou levar.

 

Talvez sim,

Talvez não,

O melhor é correr,

Deixar de escrever à mão.

 

Ups! Apanharam-me,

Simultaneamente corro e escrevo

Não dá jeito,

Fecharei este capítulo

Da minha (eterna) vida

Será o nosso segredo.

 

Não me mataram,

Apenas escorreguei,

Uma farpa espetei (no dedo)

Os meus filhos chamei,

 

Não quiseram vir,

Tinham mais que fazer,

Chamei-os uma vez mais

Irei morrer.

 

Finalmente, e porque esta situação já se arrasta há algum tempo, morri!   

 

Texto a duas mãos

Helena Ferreira e Sara Félix

 

escrito por Inês de Castro25-03-2009 22:44
0 comentários

 
Later (mais tarde)…
 

X   

 

 

Algum tempo depois da última escrita…

 

Tenho tido uma vida muito atarefada, só de me tentar esconder daqueles canalhas que, a mando do rei, me perseguem e aos meus quatro ou cinco (ñ tenho a certeza) filhos.

É impressionante…

 

Já fugimos para Castela,

Já nos mudámos para longe,

Têm-nos à “trela”,

Qualquer dia, disfarço-me de monge

(porque irei para um convento)

Irei para o Mondego,

Onde aí, finalmente,

Terei sossego,

Nos braços do meu Pedro,

Pai dos meus filhos.

Aí ficarei,

Sem esperar por ninguém,

Só eu e o Pedro,

Nas margens do Mondego.

 

 

 

Texto a duas mãos

Helena Ferreira e Sara Félix

escrito por Inês de Castro25-03-2009 22:37
0 comentários

 
Um mal que veio por bem...
 

IX   

 

Cá no castelo, todos estão chorando a perda de D. Luís (Yes!)

Sendo assim, já não tenho afilhado, logo já não sou madrinha, logo já não estou privada de D. Pedro, logo o Clero já não me vai impedir de um dia poder entrar numa igreja, vestida de branco e com um véu enoooorme a arrastar e, consequentemente, a varrer o chão de pedra, onde muitos já foram sepultados… Que casamento tão romântico!

 

Texto a duas mãos

Helena Ferreira e Sara Félix

escrito por Inês de Castro25-03-2009 22:32
0 comentários

 
Uma proposta desonesta
 

VIII  

 Nestes últimos tempos, tenho assistido a provocações daquela maluca maníaca (para quem ainda não percebeu, estou a falar de D. Constança). Não é que a doida passa a vida a tomar banho em pó-de-arroz!? Para além disso, agora convidou-me para ser madrinha de baptismo de D. Luís, à qual não pude recusar. Deve pensar que é assim que me separa de D. Pedro…      

Despeço-me com um especial beijinho para o meu futuro afilhado, bem como para o meu futuro compadre…

 

 

Texto a duas mãos

Helena Ferreira e Sara Félix

escrito por Inês de Castro25-03-2009 22:23
0 comentários

 
Censura de material de escrita…
 

VII   

 Peço “ carroças e carroças” de desculpas, pois o meu Pedrinho privou-me de pergaminhos, pena e tinta (deve ter receio que eu escreva disparates). Mas não me posso queixar muito… O meu Pedrocas é dos reis mais justos e benevolentes de toda a História Portuguesa.

 

Texto a duas mãos

Helena Ferreira e Sara Félix

 

_________________________________________________ 

 Bibliografia: História de Portugal, Vol. I 

Marques, A.H. de Oliveira

Palas Editores

Novembro 1982, 10ª Edição

Lisboa

  

 

 

escrito por Inês de Castro25-03-2009 22:13
0 comentários

 
O Diário de Pedro / O original
 

escrito por Inês de Castro22-03-2009 10:18
0 comentários

 
Post Scriptum
 

VI    

 

D. Pedro entrou, aqui,  enquanto eu copiava o seu diário e, louco de fúria, aproximou-se de mim… Muito perto da minha cara… Olhos muito próximos… E olhando-me com o aquele seu olhar penetrante e…Deu-me, deu-me um beijinho.

  

continua

 
Texto a duas mãos:

Helena Ferreira/ Sara Félix

escrito por Inês de Castro12-03-2009 17:20
0 comentários

 
O Diário de Pedro
 

V 

 

Como prometido… Aqui vão alguns dos excertos do diário de D. Pedro:

 

“Diário, hoje, sinto-me muito frustrado… O carrasco teve muito trabalho… Não posso dar tanta festa ao povo de uma só vez. Ainda vão pensar que fiquei louco. E eles têm de saber que isto está a ser feito por uma questão de justiça. Eles têm de saber porque me chamam Pedro, o Justiceiro.

 

E por hoje foi só…

 

Diário, hoje li o Diário de Inês… Confesso que fiquei pior ao ler o seu diário, do que ter comido, ontem, cheio de especiarias, aquele leitão comprado há dois meses no mercado… Não há direito… Não gaguejei tanto como ela o descreveu. Mas pronto, fiquei contente por saber que me continua a amar.

  

P.S. – Ia-me esquecendo, também mandei enforcar o escrivão do tesouro…”

 

continua…

 

Texto a duas mãos:

Helena Ferreira/ Sara Félix

 

 

______________________

 

 Bibliografia:

 

  • Lopes, Fernão - Crónica de D. Pedro, Livros Horizonte, 1977
  • Marques, A.H. de Oliveira - História de Portugal, Vol.I, Palas Editores, Lisboa, Novembro de 1982, 10ª edição, página 215

escrito por Inês de Castro12-03-2009 17:16
0 comentários

 
Uma inconfidência
 

IV

 

Hoje tenho de Vos confessar algo que soube e que, tratando-se do meu Pedro é muito feio: descobri que o meu Pedro leu o meu diário. O meu Pedro invadiu a minha privacidade… Não tive reacção… São coisas privadas, Meu Deus. Mas Amanhã vou ler o dele! (para ver se aprende!!!) “Amor com amor se paga!”. E depois aqui Vos contarei o que ele escreve sobre mim. 

Aguardem. 

continua…

 

 

Texto a duas mãos:

Helena Ferreira/ Sara Félix

escrito por Inês de Castro11-03-2009 15:44
3 comentários

 
Hotel D. Inês
 

  • Imaginem que há hotéis com o meu nome!!  Há hotéis que ajudam a contar a minha história!!!
  • Sei que a Filipa Fernandes andou a fazer umas pesquisas e desse trabalho resultou o seguinte Cartaz:

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  • Se quiserem ver o Cartaz com mais pormenor, cliquem aqui.

____________________

 Fonte da pesquisa:

escrito por Inês de Castro28-02-2009 05:47
1 comentários

 
A Chegada a Portugal
 

III

 

 

Vindas de Castela… Chegadas a Portugal…  Saindo da dita carroça...Aconteceu o primeiro erro  de D. Pedro...

[É uma chatice ainda não terem descoberto a máquina fotográfica, na altura. Teria gravado o momento para a posteridade].

Estava saindo da carroça, seguindo D. Constança, quando se aproximou o futuro monarca e foi amor à primeira vista... Virando-se para mim, julgando-me D. Constança, a noiva, disse-me D. Pedro, com a sua “ga-ga-ga-guez”:  - Bom-bom-bom dia, infanta D. Con-con-con-stança! - E este foi o seu primeiro erro - confundir-me com Constança...

- Receio que se tenha enganado… - disse-lhe eu.
 
- 'Cum’ a tecnologia de hoje em dia (a roda), não me vai dizer que não é D. Con-con-con-stança! – disse “entre dentes” – Aconteceu a mesma coisa com a outra (D. Branca).

continua...
 

Texto a duas mãos:

Helena Ferreira/ Sara Félix

_________________________________

 Bibliografia:

  • Saraiva, José Hermano - História de Portugal, Vol.II, Publicações Alfa, Lisboa, 1983, Página 61
  • Serrão, Luís  - Reis e Presidentes de Portugal, Volume I, Dinastia Afonsina, Biblioteca Super Interessante , Acj (Abril/Controljornal Editora) , Maio, 2001, Queluz de Baixo, Página 86

escrito por Inês de Castro26-02-2009 17:46
2 comentários

 
Fundação Inês de Castro
 

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 Clicar para ver.

 



escrito por Inês de Castro25-02-2009 16:27
4 comentários

 
A abalada de Castela...
 

II

 

 

Vou agora começar a contar a minha história de amor. Dolorosa, sofrida, mas, ao mesmo tempo, intensa, verdadeira, e, quase me atreveria a dizer, universal e eterna.

 

Como me dói escrever sobre os meus amores, não estranhem que, aqui e ali, haja um toque de humor.  Serve para aliviar a dor.

 

Continuarei também a falar das coisas que vou encontrando neste mundo novo sobre mim.

 

E tudo começou da seguinte maneira, ora leiam...

 

 

Meu pai, D. Pedro Fernández de Castro, (camareiro-mor de Afonso XI de Castela) primo daquele tolo que em vez de comigo casar, fá-lo-á com a despeitada da D. Constança, e assim será, pois não consegui impedir que a carroça onde eu e D. Constança viajávamos entrasse em Portugal (em 1340). Ainda tenho na memória a imagem de Aldonza Suárez – a minha mãe – a acenar o lencinho onde se costumava assoar, para se despedir de mim e da, então,  minha futura angústia…

 

 

 

 

Texto a duas mãos

Sara Félix/Helena Ferreira

 continua...

_________________________________

Bibliografia

  • Marques, A.H. de Oliveira, História de Portugal, Vol.I ,  Palas Editores, Lisboa, Novembro de 1982, 10ª edição, página 215.

 

escrito por Inês de Castro19-02-2009 23:05
0 comentários

 
Pedro, amar-te-ei sempre!
 

escrito por Inês de Castro09-02-2009 10:52
8 comentários

 
Um filme sobre mim...
 

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Tenho-me mantido em silêncio desde a explicação do significado do meu nome, porque me é mesmo muito doloroso falar sobre os meus amores, sobre a minha história, sobre os meus filhos, sobre a minha vida. Tão doloroso…

Entretanto soube que muito se tem escrito sobre mim. Disso falarei noutra altura.
Hoje deixar-Vos-ei aqui alguns registos muito interessantes.
Imaginem que Leitão de Barros, em 1945, realizou um filme sobre mim. Fiquei emocionada. Aí em cima está o cartaz que, na época, anunciava a estreia do filme.

Podem também ver alguns momentos do filme e em simultâneo da minha vida. Escolhi o primeiro vídeo, uma vez que é aquele que retrata o início do meu drama: o noivado de Pedro com D. Constança. D. Constança que no início me fez sua confidente… Mal sabia ela. E eu…
 

Pesquisa e texto

da responsabilidade de

Filipa Fernandes

_____________________

Pesquisa efectuada através do blog:

escrito por Inês de Castro03-02-2009 02:42
1 comentários

 
O meu nome
 

I

 

O meu nome, Inês, provém do grego Hagnes e significava  «pura, santa, casta»). Chegou ao português através do latim, vulgarizando-se por causa do culto de Santa Inês, virgem romana, martirizada em 303.

Em Portugal, para reforçar o uso moderno deste antropónimo deve ter contribuído muito a minha popularidade.

Eu sou aquela que, segundo Camões, "despois de ser morta foi rainha". E é sobre mim e a minha vida que eu aqui vou escrever, quando as lágrimas tristes me invadirem.

Falarei também de Pedro, o meu amor, do seu pai, dos meus filhos e dos outros. Dos algozes...

E claro que também terei palavras para As filhas do Mondego, aquelas que "a morte escura / Longo tempo chorando memoraram,..."

 

 _____________________

 

Bibliografia

  • Dicionário Onomástico, José Pedro Machado
  • Os Lusíadas, Luís Vaz de Camões

escrito por Inês de Castro21-12-2008 14:13
5 comentários

 

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