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Público-Alvo |
Nº aprox. |
Áreas de Intervenção |
Nº aprox. |
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Prioritário |
Crianças Pré-Escolar |
250 mil |
Jardins de infância Bibliotecas Escolares Famílias Bibliotecas Públicas |
6.500 8.000
1300 |
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Alunos Ensino Básico |
700 mil | |||
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Responsáveis |
Educadores Professores |
15 mil 70 mil |
Instituições de Formação
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Pais | |||
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Bibliotecários Mediadores e Animadores | |||
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Outros segmentos |
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Escolas/ Bibliotecas Escolares/Famílias/ATLs | ||
Os objectivos enunciados tornam claro que o Plano Nacional de Leitura deverá estimular iniciativas que abranjam a população desde a primeira infância até à idade adulta.
No entanto, os estudos demonstram que as competências básicas ou se adquirem precocemente, nas primeiras etapas da vida, ou dão lugar a dificuldades que progressivamente se acumulam, se multiplicam e transformam em obstáculos quase intransponíveis.
Este pressuposto aconselha que, numa primeira fase, se elejam como públicos-alvo prioritários:
No pressuposto de que, para se atingirem as crianças e os jovens, é indispensável mobilizar os principais responsáveis pela sua educação, consideram-se também como públicos privilegiados das iniciativas do Plano Nacional de Leitura:
A par dos programas destinados ao público privilegiado, serão também abrangidos outros segmentos do público escolar e não escolar, de diferentes grupos etários.
As áreas de intervenção serão portanto: