Áreas de intervenção


Público-Alvo

Nº aprox.

Áreas de Intervenção

Nº aprox.

Prioritário
(1ª fase)

Crianças

Pré-Escolar

250 mil

Jardins de infância

Escolas

Bibliotecas Escolares

Famílias

Bibliotecas Públicas

6.500

8.000

1300

Alunos

Ensino Básico

700 mil

Responsáveis
pela Educação
das Crianças

Educadores

Professores

15 mil

70 mil

Instituições de Formação


Bibliotecas Públicas


Net


Pais
e Encarregados
de Educação


Bibliotecários

Mediadores e Animadores

Outros segmentos
do público,
do público escolar
e não escolar,
de diferentes grupos etários


Escolas/ Bibliotecas Escolares/Famílias/ATLs
Bibliotecas Públicas
Instituições culturais - teatros, museus (v. g.)
Instituições de solidariedade social
Hospitais, transportes públicos, prisões (v.g.)
Meios de Comunicação Social

 

Os objectivos enunciados tornam claro que o Plano Nacional de Leitura deverá estimular iniciativas que abranjam a população desde a primeira infância até à idade adulta.

No entanto, os estudos demonstram que as competências básicas ou se adquirem precocemente, nas primeiras etapas da vida, ou dão lugar a dificuldades que progressivamente se acumulam, se multiplicam e transformam em obstáculos quase intransponíveis.

Este pressuposto aconselha que, numa primeira fase, se elejam como públicos-alvo prioritários:

  • Crianças que frequentam a Educação Pré-escolar
  • Crianças que frequentam o Ensino Básico, em particular os primeiros seis anos de escolaridade

No pressuposto de que, para se atingirem as crianças e os jovens, é indispensável mobilizar os principais responsáveis pela sua educação, consideram-se também como públicos privilegiados das iniciativas do Plano Nacional de Leitura:

  • Educadores de Infância e Professores
  • Pais e Encarregados de Educação
  • Bibliotecários, Mediadores e Animadores de Leitura

A par dos programas destinados ao público privilegiado, serão também abrangidos outros segmentos do público escolar e não escolar, de diferentes grupos etários.

As áreas de intervenção serão portanto:

  • Jardins-de-infância
  • Escolas
  • Bibliotecas escolares
  • Famílias
  • Bibliotecas públicas
  • Instituições que, de alguma forma, possam promover a leitura
  • Instituições culturais, educativas, de solidariedade social
  • Espaços não convencionais de leitura, designadamente teatros, museus, hospitais, transportes públicos, prisões e outros locais da comunidade
  • Meios de comunicação social