Apresentação-ensaio na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo a 30 de Abril de 2011 integrada na iniciativa Contornos da Palavra
A Pérola constitui uma inesquecível parábola poética sobre as grandezas e misérias
do mundo tão contraditório em que vivemos. O Conto de Steinbeck é a história comovente
de um pescador que descobre “A pérola do mundo”.Kino é o homem comum na sua jornada de herói em busca de uma vida melhor.
O pescador vive com a sua mulher Joana e o seu filho numa cabana na praia à beira do mar. Ao descobrir a pérola vai confrontar-se com um mundo de ambiguidades...
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O projecto, denominado Trava ou Destrava Línguas, parte exactamente desta premissa - os trava-línguas e lengalengas como ferramentas pedagógicas potenciadoras da linguagem e da dicção e promotoras de interacção e aprendizagem.
Trata-se de uma peça de teatro dirigida ao público entre 6 e 10 anos de idade e com lotação de 30 lugares. Tem uma duração de aproximadamente 45 minutos e em seguida é proposto um atelier de voz e dicção com cerca de 25 minutos.
É um espectáculo de forte componente didáctica visual e musical, interpretado pelos actores Ana Perfeito, Marta Moreira Lopes, Tiago Araújo e Tiago Fernandes. O texto tem ainda dramaturgia literária e cénica de Castro Guedes.
O VENTO é um evento espectáculo que deseja tocar diferentes idades, culturas, passados e presentes.
O VENTO é para todos e é para partilhar com amigos e em família.
Público Alvo:
Escolar: Dos 6 aos 10 anos (1º e 2º ciclo do Ensino Básico)
Geral: Maiores de 4 anos e Famílias
Sala de Ensaios do TEATRO de FERRO - Vila Nova de Gaia
Info e Reservas: (+351) 22 200 6144 /93 176 54 75 / mail@visoesuteis.pt
O Bica teatro é uma Associação Cultural sem fins lucrativos com 10 anos de vida, sediada em Sintra, promove espectáculos para o público infanto-juvenil. Temo colaborado com autores como António Torrado, Luísa Ducla Soares, Margarida Fonseca Santos, Sérgio Godinho, Luís Carlos Patraquim, entre outros. Além de espectáculos infanto-juvenis, o Bica Teatro promove também ateliers de formação artística, nas mais variadas áreas desde o Teatro, Dança, Figurinos e Cenografia.
AS BOTAS DO SARGENTO
a obra de Júlio Pomar e “Menina Coração de Pássaro” de Luísa Dacosta, o Trigo
Limpo teatro Acert estreou mais um espectáculo baseado num livro do Plano
Nacional de Leitura. Desta vez conta-se a história de uma menina que depois de
calçar umas botas mágicas não consegue parar de dançar… Um conto de Vasco
Graça Moura inspirado na obra de Paula Rego.
Visite a News Letter com a programação detalhada do Serviço Educativo e e Animação do Teatro da Trindade em :
A Farsa de Inês Pereira é uma peça de teatro escrita por Gil Vicente. Tecnicamente, é considerada a mais perfeita obra vicentina, pela unidade de acção que apresenta. Pode ser dividida em quatro partes principais (quadros), ou em oito cenas. Não há, no entanto uma divisão explícita, pelo autor, em actos. Toda a peça gira à volta da personagem principal, Inês Pereira, que nunca sai de cena. As mudanças de cena são marcadas pela entrada ou saída de personagens.
O Chapéu Mágico é uma peça concebida para infância que integra diferentes linguagens cénicas. A utilização de fantoches que se desdobram, através da magia, em personagens de carne e osso, projectam as crianças para o universo do fantástico. A música e a dança são elementos facilitadores na interacção com o público, um dos objectivos fundamentais a atingir. O contexto da acção é divertido e nele intervêm actores/ fantoches, um macaco cientista e um papagaio misterioso .
É um dos autos religiosos de Gil Vicente. Integra figuras alegóricas seguindo os preceitos católicos da época. A figura da Alma é levada pelo Anjo Custódio até à Igreja, sendo obstaculizada pelo Diabo, que a tenta com vários pecados. Finlmente quando chega a estalajadeira que é a representação da Igreja, a alma descansa e o Diabo é derrotado. São representdas as figuras de quatro grandes teólogos: São Tomás, Jerônimo, Ambrósio e Agostinho.
O Auto da Índia fala do adultério como uma das consequência das viagens dos Descobrimentos. Constança, a Ama, insatisfeita com seu marido e ao que tudo indica casada apenas por interesse, arranja dois amantes enquanto o marido está numa viagem com destino à Índia.A cena desenrola-se em sua casa, com a cumplicidade da sua empregada, designada simplesmente por Moça. No final do auto o marido retorna à casa, e Constança, recebe-o de braços abertos dado que este retorna cheio de riquezas.
Neste auto, podem ser analisados aspectos socio- económicos característicos desta época que estão subjacentes aos traços e comportamentos das personagens criadas por Gil Vicente.
Este monólogo foi escrito em 1522 e dada a sua popularidade teve muitas reedições.Reflecte nas palavras de Maria Parda a fome e a miséria que,, nesta época se faziam sentir em Portugal . Os camponeses morriam ao longo dos caminhos. Maria Parda é uma velha bêbeda e o seu desespero é tragicómico.O seu testemunho resulta burlesco e ao mesmo tempo comovente. Este texto pertence ao "mundo às avessas". No estilo da chocarrice popular, esconjura e elimina o sofrimento e a morte.
Três Príncipes e Três Princesas, um Rei e uma Rainha, um Feiticeiro e muitos animais, incluindo, claro está, Abelhas. Estes são os protagonistas de um dos inúmeros contos tradicionais recolhidos e adaptados pelos Irmãos Grimm, que do imaginário popular extraíram histórias fantásticas com um simples fundo moral. Neste caso, que a bondade compensa...